Magia arte da fazer acontecer

A TRANSIÇÃO COLETIVA

 

A TANSIÇÃO COLETIVA

 

Bem querido amados já não e necessário demonstrar as estreitas ligações existentes no passado na era da idade média entre as formas como era entendido a prática religiosa no desenvolvimento da bruxaria ou ocultismo. No fim da época medieval, a igreja resolve oferecer um novo rosto. O baixo clero secular, de uma grosseira ignorância e duvidosa moralidade mal conduzido e um possível companheiro em salvaguardar o que restava do poder temporal, prejudicado pelas guerras, não conseguia mais exercer uma autoridade doutrinal aos seus fiéis. Muitos historiadores em particular tal P. Adam na vida paroquial na frança La pelo século XlV evidenciou uma diligência mantida por ordens mendicantes para quem era dourada o que propagava práticas culturais desconhecidas durante a idade média. O que devia dar à bruxaria um novo aspecto associando a taumaturgia. A preparação da morte (transição) torna-se o grande assunto da vida. Uma nova série de gravuras logo nos primeiros tempos da imprensa é criada, onde se reconhece uma forma considerável: O Ars Moriendi. Esta arte desenvolveu paralelamente com o tema da dança macabra, a qual por assim dizer, dá réplica. O homem antigamente tinha menos medo da morte que do inferno. De hoje em diante, a apresentação fixa mesmo na transição. Bem essa nova aproximação da morte (transição) não é contraditória com os ritos funerários que se faziam na alta antiguidade. Segundo algumas hipóteses, a descoberta do seus próprios esqueletos no interior de seus corpos teria levado o homem pré-historio a aceitar dois princípios materiais, o da carne, e o dos ossos. E pouco a pouco foi-se foi desenvolvido a crença na trindade do homem, o ser imaterial puro espírito, o biológico que é composto por carne e sangue, o ser mineral constituído pelo esqueleto, prisioneiro do corpo enquanto reencarnado. Numa primeira instância a morte carnal libertava o ser imaterial(espírito), depois numa segunda fase  a destruição do ser biológico libertava, por sua vez  o ser mineral que então podia viver sua existência independentemente em um mundo á parte,magia ocultando ao comum dos mortais.

O fato evidente os esqueletos figurando na antiga iconografia ritualística não estão associados à ideia da morte. O cristianismo nascente ignorou igualmente os esqueletos na sua iconografia. Não encontramos nenhum exemplo nas catacumbas, nem outras necrópoles. O fervor religioso considerava a morte como uma libertação, a transição do mundo terrestre para os reinos dos céus onde decorreria uma segunda vida mais feliz que a de baixo. Os mortos eram, pois naturamente representados sob uma forma angélica. (Sacerdote Sandokan)

 

BRASIL 07 DE JULHO DE 2.012

 

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